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Smartphone com mãos robóticas alcança teclado e mouse, superapp Muse da Meta ganha controle de computador
Agentes · Big Tech

Meta prepara superapp Muse com agente de uso do computador

resumo de ~3 min

Projeto Hatch vira Muse

Meta está se aproximando do lançamento de seu superapp de agentes, até então conhecido internamente como Project Hatch. Segundo a TestingCatalog, o produto será lançado com o nome Muse, alinhado à marca que a Meta já usa em sua nova geração de modelos de IA. Um aplicativo iOS usado para testes internos passou a exibir uma experiência de lista de espera do Muse. Entrar na lista parece tecnicamente possível, embora a Meta ainda não a tenha aberto publicamente.

Modelo Ava e uso do computador

O aplicativo de desktop da Meta também recebeu atualizações: suporte a temas, escolha de cor secundária e um tema monocromático. Mais relevante, foi adicionada uma configuração de computer use e há indícios de testes internos de uma variante de modelo chamada Ava, descrita como capaz de controlar o computador - embora Ava ainda não esteja acessível.

Essas mudanças dão pistas sobre o que o Muse pode se tornar. O computer use permitiria ao agente operar aplicativos de desktop como parte de tarefas mais longas, e o controle de navegador também parece estar em desenvolvimento. Isso aproximaria o Muse de produtos como Codex e Claude, cada vez mais construídos em torno de trabalho autônomo e de múltiplas etapas, em vez de chats convencionais com assistentes.

Estratégia mais ampla

A direção acompanha a estratégia de modelos da Meta: Muse Spark 1.1 e 1.2 já enfatizam uso de ferramentas, programação e controle do computador, e a empresa declarou publicamente um roteiro voltado a agentes capazes de perseguir objetivos e agir. Relatos anteriores sobre o Hatch descreviam um produto capaz de usar sites, gerenciar agendas, enviar e-mails e criar ferramentas personalizadas, com a Meta supostamente considerando um preço premium de até US$ 200 por mês.

A transição para lista de espera também pode indicar um lançamento mais controlado do que se esperava: em vez de abrir o Muse amplamente logo no início, a Meta poderia anunciá-lo primeiro e admitir usuários gradualmente, enquanto os controles de computador e navegador amadurecem.