
Post de reapresentação leva newsletter de 90 a 770 assinantes em quatro dias
Da saída do emprego corporativo à newsletter
A autora conta que, pouco depois de deixar o emprego corporativo, decidiu escrever com consistência. Sem experiência prévia com newsletters e sem saber inicialmente sobre o que escrever, pesquisou plataformas de e-mail e escolheu o beehiiv, indicado em fóruns como o Reddit por ter melhor suporte a automações e segmentação do que o Substack.
Crescimento lento no beehiiv
Durante um ano inteiro de publicação semanal, o crescimento foi lento: até o fim de 2025, a newsletter tinha 530 assinantes, impulsionados em parte pela divulgação semanal no LinkedIn. Cada edição exigia horas de escrita e, apesar de feedback positivo, a autora buscava formas de alcançar mais pessoas.
Experimento com o Substack
Nove meses atrás, ela passou a republicar o conteúdo no Substack e criou uma automação com o Zapier que adicionava automaticamente à lista de e-mails no beehiiv quem a encontrasse pelo Substack. Um post no LinkedIn sobre essa dúvida alcançou 15 mil pessoas - bem acima das 1 a 3 mil impressões habituais dos seus posts - e atraiu comentários de outras pessoas interessadas na mesma estratégia.
Mesmo assim, nove meses de republicações e notas ocasionais no Substack renderam pouco: até a semana passada, ela tinha apenas 90 assinantes no Substack, alguns deles duplicados de quem já seguia a newsletter no beehiiv.
O momento mini viral
A virada veio na última semana: uma nota no Substack gerou um momento "mini viral" que levou a newsletter de 90 para 770 assinantes em quatro dias. A autora indica que o texto completo detalha o que a motivou a persistir no Substack sem resultados expressivos, qual nota contribuiu para o pico e os sacrifícios envolvidos em manter a publicação semanal - mas o restante do conteúdo está disponível apenas para assinantes da própria newsletter.