
Americanos recorrem a home equity e IA para manter consumo
Consumo segue em alta mesmo com salários atrás dos preços
Nos últimos cinco meses, os preços nos Estados Unidos subiram mais rápido do que os salários, uma inversão que poderia levar os consumidores a reduzir gastos. Em vez disso, eles continuaram consumindo. Dados do governo divulgados nesta semana mostraram que, em agosto, o consumo cresceu no ritmo mais rápido em mais de um ano, com aumentos em categorias como carros, roupas e restaurantes.
Como os americanos sustentam o consumo
Segundo a reportagem de Catarina Saraiva e Michael Sasso, da Bloomberg, para manter seus estilos de vida diante da alta de preços, os consumidores americanos estão recorrendo a uma variedade de recursos. Entre eles estão o uso do home equity - a capitalização sobre o valor acumulado de suas casas - e ferramentas de inteligência artificial, como o ChatGPT. A reportagem também cita os bancos de alimentos como parte do conjunto de recursos aos quais os consumidores recorrem.
A matéria integra a cobertura da Bloomberg sobre a crise do custo de vida nos EUA, que aborda temas como financiamento de carros para pessoas com crédito ruim, custos de gasolina, contas de água em alta, preços de diesel, alertas da indústria de alimentos e a acessibilidade da moradia.
A fonte não apresenta dados quantitativos sobre o volume de crédito extraído das residências nem sobre o uso específico de ferramentas de IA, limitando-se a indicar esses mecanismos como formas encontradas pelos consumidores para sustentar seu padrão de consumo em um cenário em que a renda não acompanha a inflação.