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Co-fundadora da Thinking Machines sai por estresse e vai para OpenAI
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Co-fundadora da Thinking Machines sai por estresse e vai para OpenAI

resumo de ~3 min

Lilian Weng, co-fundadora da Thinking Machines, anunciou sua saída da empresa citando problemas de saúde. Em mensagem interna no Slack, compartilhada também no X, ela afirmou: "Não sinto que consigo continuar no ritmo que uma startup exige. Depois de pensar por vários meses, preciso admitir que a quantidade consistente de estresse e carga de trabalho me levou além do que minha saúde consegue sustentar fisicamente."

Na quarta-feira seguinte, a OpenAI confirmou ao TechCrunch que Weng retornaria à empresa, onde já havia ocupado o cargo de VP de Pesquisa em Segurança de IA. Segundo um porta-voz, ela liderará uma equipe de alto nível focada em acelerar a pesquisa interna da OpenAI, com trabalho transversal em autoaperfeiçoamento recursivo - processo que permitiria a um sistema de IA iterar sobre si mesmo para se tornar mais poderoso.

Contexto e implicações

O movimento pode parecer contraditório com as declarações de Weng sobre o impacto do ritmo de startup em sua saúde, mas é provável que ela enfrente menos pressão direta ao trabalhar em uma empresa onde não é co-fundadora. Ainda assim, em um momento de competição feroz por talentos entre laboratórios de IA, a saída de alto perfil é notável.

Mira Murati, co-fundadora da Thinking Machines e ex-CTO da OpenAI, respondeu ao post de Weng no X expressando apoio à decisão de priorizar a saúde. Não está claro se Murati sabia que Weng retornaria à OpenAI.