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Plugues de formatos variados se conectam a hub luminoso em forma de robô, conectores do agente Muse da Meta
Agentes

Meta abre Muse para desenvolvedores criarem conectores próprios

resumo de ~3 min

Abertura aos desenvolvedores

Mark Zuckerberg anunciou que o Muse, agente pessoal da Meta, está abrindo acesso para desenvolvedores criarem conectores próprios. A divisão proposta é direta: o parceiro traz a API, e o Muse aporta o agente, o navegador e o contexto do que a pessoa realmente quer. Segundo a publicação, usuários chegam a um serviço apenas pedindo, e o agente cuida do resto. Novos conectores já estão disponíveis, e a plataforma pode ser acessada em muse.ai/platform.

O que é o Muse

Em post anterior, Zuckerberg descreveu o Muse como um agente pessoal que entende os objetivos do usuário e trabalha 24/7 para executá-los. A arquitetura é apresentada como construída desde o início para privacidade e segurança: dados e credenciais ficam na Muse Secure VM, um computador Linux isolado com navegador, CPU, memória e armazenamento. Um agente chamado Sentinel, separado do Muse, roda nessa máquina e precisa aprovar toda ação ou dado enviado à rede; o kernel garante essa exigência e sabe quando pedir permissão ao usuário para prosseguir.

Lançamento anterior citado na página

A mesma página registra um anúncio anterior do autor: o Muse Voice Transcribe, primeiro modelo de percepção de áudio em tempo real da MSL, apresentado como estado da arte em speech-to-text em streaming. O modelo faz diarização de falantes e endpointing nativamente em um único modelo, decide quando escutar e usa "adaptive delay" para prever cada token e ganhar precisão, ficando perto da fronteira de Pareto no equilíbrio entre velocidade e exatidão. Foi treinado em mais de 70 idiomas (25 validados no lançamento), lida com troca de idioma no meio da frase, mantém sessões de uma hora com mais de 20 falantes e permite enviesar a saída para nomes e termos de domínio.